A Polícia Federal (PF) acredita que Jair Bolsonaro deve cumprir pena em um batalhão do Exército caso seja condenado. Investigadores da PF avaliam que a prisão do ex-presidente não deve ocorrer no regime fechado, como é comum para os demais presos. A escolha do local de cumprimento da pena ainda depende de uma decisão do juiz responsável pelo caso. A PF justifica sua opinião com base na condição de segurança de Bolsonaro e no fato de que ele possa ser um alvo de ataques de grupos extremistas. O ex-presidente ainda não foi condenado, mas a investigação está em curso.
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Milhares de pessoas se reuniram em todo o Brasil em apoio aos atos pró-Bolsonaro, com foco na anistia do ex-presidente e dos condenados pelo 8 de Janeiro. A semana é considerada decisiva no Supremo Tribunal Federal (STF), onde os casos serão julgados. Embora a manifestação tenha sido grande, a possibilidade de condenação de Bolsonaro e outros envolvidos não foi descartada. As ruas foram tomadas por apoiadores do ex-presidente, exigindo anistia para ele e os demais condenados pelo atentado ao Congresso em 2023. A decisão final no STF pode ser anunciada logo após o julgamento.
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O julgamento da trama golpista envolvendo Bolsonaro e aliados começa na próxima terça-feira (29) na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal. A análise visa determinar se os réus serão condenados por supostamente conspirarem contra a democracia no Brasil. O processo é considerado um dos mais importantes da história recente do país, envolvendo acusações de tentativa de golpe e abuso de poder. Bolsonaro e seus aliados negam as acusações, afirmando que são falsas e parte de uma conspiração política. A decisão da turma irá definir o destino dos réus e pode ter implicações significativas para a política brasileira.
O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Luiz Fux, autorizou a defesa do ex-ministro Augusto Heleno a usar slides durante o julgamento de sua denúncia. O advogado tem até as 15h desta segunda-feira para enviar os materiais à Secretaria da Primeira Turma do STF. A decisão foi tomada após pedido da defesa, que argumentou que as provas seriam mais claras e convincentes em forma de apresentação visual. O julgamento é um dos mais esperados do ano, pois envolve a análise das ações de Heleno no governo Bolsonaro. A decisão de permitir o uso de slides pode influenciar na interpretação das provas e nos resultados do processo.
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Grupo criminoso foi alvo de operação policial na quarta-feira. A delegada à frente do caso detalhou a atuação do grupo, que construiu império fantasma e faturou bilhões com fraude. O grupo utilizava técnicas sofisticadas para enganar investidores e clientes. A operação visava desarticular o esquema criminoso e prender os principais envolvidos. A delegada destacou a complexidade do caso e a necessidade de cooperação entre as autoridades para combater a fraude financeira. O objetivo é recuperar os valores roubados e punir os responsáveis pelos crimes cometidos.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, acatou pedido da PGR para reforçar o monitoramento na casa de Jair Bolsonaro. O objetivo é garantir a segurança do ex-presidente e evitar possíveis ameaças ou violências. A medida foi tomada após pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), que considerou necessário aumentar a proteção à residência de Bolsonaro, considerando sua história de ameaças e incidentes relacionados ao seu mandato. O reforço do policiamento na casa de Bolsonaro visa garantir a segurança do ex-presidente e dos demais ocupantes da propriedade. A medida é parte das medidas de segurança adotadas pelo governo após o término do mandato de Bolsonaro.
O governo brasileiro calcula que terá maioria na CPMI do INSS, com até 18 dos 31 votos, e mira ex-ministro de Bolsonaro. A CPMI começa a votar requerimentos nesta terça-feira (26). Parlamentares governistas estariam confiantes em sua capacidade de controlar o processo de investigação. O objetivo do governo é influenciar as investigações sobre supostos erros no pagamento de benefícios pelo INSS. A CPMI tem como foco apurar irregularidades e melhorar a gestão da Previdência Social. As negociações entre os parlamentares governistas visam garantir o apoio necessário para impor sua agenda na comissão.
