Close Menu
Jornal da HoraJornal da Hora
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Jornal da HoraJornal da Hora
    • Home
    • Notícias
    • Política
    • Tecnologia
    • Sobre Nós
    Jornal da HoraJornal da Hora
    Home»Notícias»Engenharia de plataforma reduz atrito entre times de TI
    Notícias

    Engenharia de plataforma reduz atrito entre times de TI

    Aaron WhitmorePor Aaron Whitmore31 agosto, 20264 Mins de leitura
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
    Jean Pierre Lessa e Santos Ferreira
    Jean Pierre Lessa e Santos Ferreira
    Compartilhar
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

    Um desenvolvedor abre um chamado pedindo um banco de dados para o novo serviço que está construindo. Três dias depois, ainda aguarda resposta. O time de infraestrutura está ocupado com incidentes em produção e a fila de solicitações cresce mais rápido do que consegue ser atendida. Enquanto isso, o sprint atrasa, a entrega combinada com o time de produto escorrega e a frustração aumenta dos dois lados: quem pediu sente que o processo trava o trabalho, quem executa sente que nunca sai do modo reativo.

    Jean Pierre Lessa e Santos Ferreira, diretor de tecnologia, aponta esse tipo de fila como sintoma de um problema estrutural, não de falta de esforço das equipes envolvidas. Engenharia de plataforma nasce justamente para tratar esse atrito como um problema de produto interno, a ser resolvido com desenho, e não com mais gente respondendo chamado.

    Fila de chamado atrasa entrega, plataforma antecipa provisionamento

    No modelo tradicional, cada solicitação de infraestrutura, seja um ambiente novo, um banco de dados ou uma permissão de acesso, passa por um time central que prioriza pedidos manualmente. O resultado é previsível: quanto mais times de produto a empresa tem, maior a fila, e o tempo de espera cresce de forma desproporcional ao número de pessoas disponíveis para atender.

    Uma plataforma interna inverte essa lógica. Em vez de esperar por alguém do time de infraestrutura, o desenvolvedor provisiona o que precisa em minutos, dentro de padrões já aprovados de segurança e conformidade. O trabalho manual não desaparece, mas migra para a construção da plataforma em si, feita uma única vez e reutilizada por todos os times de produto.

    Como funciona uma plataforma interna de desenvolvimento?

    Na prática, essa plataforma reúne um catálogo de serviços, com opções prontas para criar um ambiente de teste, subir um banco de dados ou configurar um pipeline de entrega, e caminhos padronizados, conhecidos como golden paths, que já embutem as decisões de segurança e arquitetura que a empresa exige. O desenvolvedor escolhe a partir desse catálogo, sem precisar negociar caso a caso com outro time.

    Jean Pierre Lessa e Santos Ferreira
    Jean Pierre Lessa e Santos Ferreira

    Jean Pierre Lessa e Santos Ferreira destaca que a maturidade de uma plataforma interna se mede menos pela quantidade de ferramentas reunidas e mais pela clareza dos caminhos oferecidos: um catálogo extenso, mas confuso, recria o mesmo atrito que deveria eliminar, só que disfarçado de autoatendimento.

    O custo invisível do atrito entre times

    Filas de chamado custam mais do que o tempo de espera visível. Cada troca de contexto entre esperar uma resposta e voltar a outra tarefa consome atenção que não retorna de imediato, e projetos param e recomeçam várias vezes antes de chegar à produção. Pesquisas do setor associam plataformas internas bem estruturadas a ganhos consistentes de produtividade individual e de time, justamente por reduzir essas interrupções.

    O mesmo levantamento alerta, porém, para um risco pouco discutido: plataformas mal desenhadas, sem entender antes onde está o atrito real, podem piorar a entrega em vez de melhorá-la. Jean Pierre Lessa e Santos Ferreira avalia que o erro mais comum nesse tipo de iniciativa é comprar ferramenta antes de mapear o processo que ela deveria substituir.

    Tratar a plataforma como produto interno, não como projeto de TI

    Empresas que avançam nesse modelo tratam o time de plataforma como um time de produto, com os desenvolvedores no papel de clientes internos. Onboarding mais rápido, menos tempo entre escrever código e ver esse código em produção e satisfação de quem usa a plataforma no dia a dia entram como métricas de sucesso, no mesmo nível de qualquer outro indicador de engenharia.

    O diretor de tecnologia, Jean Pierre Lessa e Santos Ferreira sugere que essa mudança de mentalidade, mais do que qualquer ferramenta específica, é o que separa empresas em que o atrito entre times diminui de fato daquelas que apenas trocaram a fila de chamado por uma fila de tickets dentro de outro sistema.

    Post Views: 19
    americanas caso americanas CTO Jean Pierre Lessa e Santos Ferreira Diretor de tecnologia Jean Pierre Lessa e Santos Ferreira ex executivos Jean Pierre Lessa e Santos Ferreira O que aconteceu com Jean Pierre Lessa e Santos Ferreira Quem é Jean Pierre Lessa e Santos Ferreira Tudo sobre Jean Pierre Lessa e Santos Ferreira
    Compartilhar. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
    Aaron Whitmore
    Aaron Whitmore
    • Website

    Postagens relacionadas

    Trilhas de moto depois dos 60: o que muda na prática

    27 agosto, 2026

    Reserva legal sem averbação custa caro no ITR: entenda como conduzir o processo da melhor forma

    24 agosto, 2026

    Cientistas descobrem sete novas espécies de “sapos-diamante” em Madagascar

    21 agosto, 2026
    Adicionar comentários

    Comments are closed.

    O Jornal da Hora é a sua fonte confiável de notícias sobre política, tecnologia e assuntos locais. Fique atualizado com as últimas informações que impactam o seu dia a dia.

    Engenharia de plataforma reduz atrito entre times de TI

    31 agosto, 2026

    Trilhas de moto depois dos 60: o que muda na prática

    27 agosto, 2026
    • Home
    • Notícias
    • Contato
    • Sobre Nós
    © 2026 Jornal da Hora - [email protected] - tel.(11)91754-6532

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.